O Amor e a Loucura — La Fontaine
Fábula No amor tudo é mistério: suas flechas e sua aljava, sua chama e sua infância eterna. Mas por que o amor é cego? Aconteceu que um certo dia o Amor e o Loucura brincavam juntos. Aquele ainda não era cego. Surgiu entre eles um desentendimento qualquer. Pretendeu então o Amor que se reunisse para tratar do assunto o conselho dos deuses. Mas a Loucura, impaciente, deu-lhe uma pancada tão violenta que lhe privou da visão. Vênus, mãe e mulher, pôs-se a clamar por vingança, aos gritos. E diante de Júpiter, Nêmesis — a deusa da vingança — e todos os juízes do Inferno, Vênus exigiu que aquele crime fosse reparado. Seu filho não podia ficar cego. Depois de estudar detalhadamente o caso, a sentença do supremo tribunal celeste consistiu em condenar a Loucura a servir de guia para o Amor. Jean de La Fontaine, O Amor e a Loucura. In Os Melhores Contos de Loucura. Org. de Flávio Moreira da Costa, 2007.

Sergio Aragonés (6 de setembro de 1937, San Mateo, Castellón, Espanha)[1] é um autor premiado de banda desenhada e escritor.
ResponderExcluirSergio Aragonés nasceu em 1937 em Castellon na Espanha, mas ainda durante sua infância sua família se mudou para o México por causa da guerra civil espanhola.
Sergio Aragonés se tornou colaborador da revista MAD em 1963.[2] Ficou famoso por suas vinhetas às margens das páginas da revista.
Nos anos 1980 ele criou a revista em quadrinhos Groo o Errante (assim chamado porque procurara um nome sem significado em qualquer idioma) em conjunto com Mark Evanier.
É um dos desenhistas mais rápidos do mundo.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergio_Aragon%C3%A9s