O Amor e a Loucura — La Fontaine
Fábula No amor tudo é mistério: suas flechas e sua aljava, sua chama e sua infância eterna. Mas por que o amor é cego? Aconteceu que um certo dia o Amor e o Loucura brincavam juntos. Aquele ainda não era cego. Surgiu entre eles um desentendimento qualquer. Pretendeu então o Amor que se reunisse para tratar do assunto o conselho dos deuses. Mas a Loucura, impaciente, deu-lhe uma pancada tão violenta que lhe privou da visão. Vênus, mãe e mulher, pôs-se a clamar por vingança, aos gritos. E diante de Júpiter, Nêmesis — a deusa da vingança — e todos os juízes do Inferno, Vênus exigiu que aquele crime fosse reparado. Seu filho não podia ficar cego. Depois de estudar detalhadamente o caso, a sentença do supremo tribunal celeste consistiu em condenar a Loucura a servir de guia para o Amor. Jean de La Fontaine, O Amor e a Loucura. In Os Melhores Contos de Loucura. Org. de Flávio Moreira da Costa, 2007.

Sad Cypress (Cipreste Triste, no Brasil[1] / Poirot Salva o Criminoso, em Portugal) é um romance policial de Agatha Christie, publicado em 1940. É protagonizado pelo detetive belga Hercule Poirot.
ResponderExcluirEnredo
A proprietária de uma mansão em Hunterbury morre, aparentemente durante o sono. No entanto, a enfermeira descobre que a morfina que estava na maleta de remédios desapareceu. Em seguida, nova morte acontece da mesma maneira. Poirot entra em cena e se defronta com certidões falsificadas, velhas fotografias e uma enfermeira com um arranhão suspeito, entre outras coisas.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sad_Cypress