O Amor e a Loucura — La Fontaine
Fábula No amor tudo é mistério: suas flechas e sua aljava, sua chama e sua infância eterna. Mas por que o amor é cego? Aconteceu que um certo dia o Amor e o Loucura brincavam juntos. Aquele ainda não era cego. Surgiu entre eles um desentendimento qualquer. Pretendeu então o Amor que se reunisse para tratar do assunto o conselho dos deuses. Mas a Loucura, impaciente, deu-lhe uma pancada tão violenta que lhe privou da visão. Vênus, mãe e mulher, pôs-se a clamar por vingança, aos gritos. E diante de Júpiter, Nêmesis — a deusa da vingança — e todos os juízes do Inferno, Vênus exigiu que aquele crime fosse reparado. Seu filho não podia ficar cego. Depois de estudar detalhadamente o caso, a sentença do supremo tribunal celeste consistiu em condenar a Loucura a servir de guia para o Amor. Jean de La Fontaine, O Amor e a Loucura. In Os Melhores Contos de Loucura. Org. de Flávio Moreira da Costa, 2007.

Konrad Zacharias Lorenz (Viena, 7 de Novembro de 1903 — Viena, 27 de Fevereiro de 1989) foi um zoólogo, etólogo e ornitólogo austríaco.
ResponderExcluirFoi agraciado com o Nobel de Fisiologia/Medicina de 1973, por seus estudos sobre o comportamento animal, a etologia.
Konrad Lorenz era filho de um cirurgião, e apresentou grande interesse sobre os animais, estudando o seu comportamento desde o nascimento. Em 1922 começou o seu curso de medicina em Nova Iorque mas voltou depois para Viena. Fez o seu doutorado em zoologia pela universidade local.
Em 1935 descreveu o processo de aprendizagem nos gansos e criou o conceito de "imprinting", ou cunhagem.
Foi professor da Universidade de Königsberg.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Konrad_Lorenz