O Amor e a Loucura — La Fontaine
Fábula No amor tudo é mistério: suas flechas e sua aljava, sua chama e sua infância eterna. Mas por que o amor é cego? Aconteceu que um certo dia o Amor e o Loucura brincavam juntos. Aquele ainda não era cego. Surgiu entre eles um desentendimento qualquer. Pretendeu então o Amor que se reunisse para tratar do assunto o conselho dos deuses. Mas a Loucura, impaciente, deu-lhe uma pancada tão violenta que lhe privou da visão. Vênus, mãe e mulher, pôs-se a clamar por vingança, aos gritos. E diante de Júpiter, Nêmesis — a deusa da vingança — e todos os juízes do Inferno, Vênus exigiu que aquele crime fosse reparado. Seu filho não podia ficar cego. Depois de estudar detalhadamente o caso, a sentença do supremo tribunal celeste consistiu em condenar a Loucura a servir de guia para o Amor. Jean de La Fontaine, O Amor e a Loucura. In Os Melhores Contos de Loucura. Org. de Flávio Moreira da Costa, 2007.

Paul Adrien Maurice Dirac OM, FRS (Bristol, 8 de Agosto de 1902 — Tallahassee, 20 de Outubro de 1984) foi um físico teórico britânico.
ResponderExcluirEstudou engenharia elétrica na Universidade de Bristol, completando o curso em 1921. Em 1923 se formou em matemática e recebeu uma bolsa de pesquisa no St John's College, na Universidade de Cambridge.
Fez contribuições fundamentais para o desenvolvimento da Mecânica Quântica e Eletrodinâmica Quântica. Foi Professor lucasiano de Matemática da Universidade de Cambridge e passou os últimos dez anos da sua vida na Florida State University. Entre outras descobertas, formulou a Equação de Dirac, que descreve o comportamento do férmion e que o levou à previsão da existência da antimatéria.
Em sua tese, defendida em 1926, desenvolveu uma versão da Mecânica Quântica incorporando a “Mecânica Matricial” de Werner Heisenberg com a “Mecânica Ondulatória” de Erwin Schrödinger num único formalismo matemático.
Em 1928, desenvolveu a chamada Equação de Dirac, que descreve o comportamento relativístico do elétron. Esta teoria o levou a prever a existência do pósitron, a antipartícula do elétron, que foi observado experimentalmente em 1932 por Carl David Anderson.
Recebeu em 1933, junto com Erwin Schrödinger, o Nobel de Física1 .
Participou da 5ª, 6ª, 7ª e 8ª Conferência de Solvay.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Dirac