O Amor e a Loucura — La Fontaine
Fábula No amor tudo é mistério: suas flechas e sua aljava, sua chama e sua infância eterna. Mas por que o amor é cego? Aconteceu que um certo dia o Amor e o Loucura brincavam juntos. Aquele ainda não era cego. Surgiu entre eles um desentendimento qualquer. Pretendeu então o Amor que se reunisse para tratar do assunto o conselho dos deuses. Mas a Loucura, impaciente, deu-lhe uma pancada tão violenta que lhe privou da visão. Vênus, mãe e mulher, pôs-se a clamar por vingança, aos gritos. E diante de Júpiter, Nêmesis — a deusa da vingança — e todos os juízes do Inferno, Vênus exigiu que aquele crime fosse reparado. Seu filho não podia ficar cego. Depois de estudar detalhadamente o caso, a sentença do supremo tribunal celeste consistiu em condenar a Loucura a servir de guia para o Amor. Jean de La Fontaine, O Amor e a Loucura. In Os Melhores Contos de Loucura. Org. de Flávio Moreira da Costa, 2007.

André Paul Guillaume Gide (Paris, 22 de novembro de 1869 — Paris, 19 de fevereiro de 1951) foi um escritor francês.
ResponderExcluirRecebeu o Nobel de Literatura de 1947. Oriundo de uma família da alta burguesia, foi o fundador da Editora Gallimard e da revista Nouvelle Revue Française. Gide não somente era homossexual assumido, como também falava abertamente em favor dos direitos dos homossexuais, tendo escrito e publicado, entre 1910 e 1924, um livro destinado a combater os preconceitos homofóbicos da sociedade de seu tempo, Corydon.
Liberdade e libertação recusando restrições morais e puritanas, a sua obra articula-se ao redor da busca permanente da honestidade intelectual: como ser igual a si mesmo, ao ponto de assumir a sua pederastia e a sua homossexualidade. Entre as suas obras mais importantes estão Os Frutos da Terra, a já mencionada Corydon, A Sinfonia Pastoral, O Imoralista e Os Moedeiros Falsos.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%A9_Gide
Jacques Pierre Paul Raverat (1885–1925) was a French painter.
ResponderExcluirRaverat was the son of Georges Pierre Raverat.
He married the English painter Gwen Darwin, in 1911, the daughter of George Darwin and granddaughter of Charles Darwin. They had two daughters, Elisabeth (born 1916), who married the Norwegian politician Edvard Hambro and Sophie Jane (born 1919) who married the Cambridge scholar M.G.M. Pryor and later Charles Gurney. Raverat suffered from a form of multiple sclerosis and died following complications of it.
Before relocating, in 1920, to Vence in France the couple were active members of an intellectual circle known as the "Neo-Pagans" and centred round Rupert Brooke. They were also part of the Bloomsbury Group. Other group members included Virginia Woolf, John Maynard Keynes, Vanessa Bell and Lytton Strachey.
In 2004, his grandson, William Pryor edited the complete correspondence between Raverat, his wife and Virginia Woolf which was published as Virginia Woolf and the Raverats.
Fonte:
http://en.wikipedia.org/wiki/Jacques_Raverat